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PRÓXIMO JOGO DIA: 17.12.2017
fc porto MARÍTIMO // COMPETIÇÃO: liga

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“O ruído dos Indecentes”


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Na sua mais recente entrevista, o primeiro-ministro do Al-Carnidão, cujo emblema é constituído precisamente por um pássaro sobre uma roda de bicicleta, afirmou que não quer que o seu emblema volte a ter ciclismo, por ser uma modalidade muito associada ao doping. Sabemos de muitas facetas do “primeiro-ministro” mas não o fazíamos comediante. Atentando ao histórico do “Estado” que dirige, esta afirmação torna-se algo surpreendente, tendo em conta que é precisamente o Al-Carnidão que detém o recorde de casos de doping em Portugal, tendo inclusive, à semelhança do FC Porto no que toca a títulos internacionais, mais casos do que todos os outros clubes portugueses juntos. De realçar que o doping é um fenómeno transversal a várias modalidades do Al-Carnidão (futebol, basquetebol, atletismo, ciclismo, rugby), e não consta que o mesmo tenha deixado de competir noutros desportos por causa disso. Agora, um facto que ninguém lhes pode negar é que pelo menos numa coisa conseguem superar os rivais com mérito e justiça.

Posto isto, fiéis ao seu modos operandi, o Al-Carnidão tem enveredado por uma propaganda que oscila entre o silêncio absoluto e o ruído sem critério como manobra evasiva. Numa altura em que descobrimos que o juiz do TAD (Tribunal arbitral do desporto), benfiqueiro primário como podemos constatar pelas suas publicações nas redes sociais, e responsável pelo arquivamento do “caso dos vouchers”, por entreposta pessoa pedia à sua madraça favores para a obtenção de bilhetes para as missas da mesquita da Luz, numa altura em que, por denúncia da FPF, um agora conhecido periquito, passava informações sensíveis e confidenciais para endereços oficiais de responsáveis da propaganda nacional-benfiqueira, é estranho que o Al-Carnidão se feche sobre si mesmo e nem tão pouco esboce uma tentativa de refutação ou afastamento perante estes casos. Depois das sucessivas derrocadas das suas várias estratégias de defesa e ignorando os mais recentes casos tornados públicos, a propaganda de Carnide encetou uma política de fuga para a frente e em contra-relógio. A estratégia é simples: ignorar tudo o que os possa comprometer e centrar as atenções dos galináceos que ainda acreditam na sua inocência em torno de casos irrelevantes ou completamente desprovidos de nexo, como por exemplo a divulgação mentirosa da lista dos clubes mais corruptos do mundo que já lhes valeram o processo do DailyMail e de alguns clubes visados pela Btv, ou então a alegada perseguição de que o seu “primeiro-ministro” foi alvo por 4 indivíduos que sendo capangas foram de uma extrema incompetência, dado o seu comportamento ordeiro e nada intimidante, aliás foram tão incompetentes que ninguém sequer se lembra da presença deles na Vila das Aves e nem uma queixa do próprio motivaram na altura dos acontecimentos (foi preciso fazer isso dias mais tarde num canal de televisão com share de audiências de 0,2% - Para efeitos comparativos a média do share de audiências do PortoCanal situa-se em 1,5%).

Os mais recentes exemplos são o ataque a Luís Gonçalves. Argumenta o Al-Carnidão que o FC Porto foi o responsável pela sua descida. O que eles não contaram foi com o facto de que este árbitro, responsável por uma expulsão que teve como fundamento o facto de um jogador ter proferido “palavras impercetíveis em francês”, apitou 27 jogos oficiais e, pelas suas más prestações, ao fim de 23 jogos tinha já matematicamente garantida a sua descida. Problema? Quando foi cirurgicamente nomeado para o seu 24º jogo, SC Braga – FC Porto, este árbitro em questão já se sabia que não apitaria os jogos da Primeira liga na época seguinte. Contudo o Al-Carnidão vê nisto um mistério e não hesita em ligar a descida deste árbitro a um desabafo de Luís Gonçalves durante um jogo intenso e que ficou marcado pela arbitragem habilidosa de um dos suspeitos do costume, o padre Hugo Miguel.

Porque raio se nomeia um árbitro, que se sabe ser dos piores, para um jogo de elevada dificuldade e importância e numa altura em que a luta pelo título estava ao rubro afigurasse absolutamente fascinante e merece alguma reflexão.

Muito diferente é, por exemplo, o caso de Marco Ferreira. Era um excelente árbitro, tinha estatuto de internacional, arbitrou a final da Taça de Portugal poucos dias antes de descer de categoria e tinha ficado classificado em segundo lugar na temporada anterior (numa altura em que o leque de árbitros portugueses incluía Pedro Proença, Artur Soares Dias e Jorge Sousa) – por azar, o Al-Carnidão perdeu dois jogos por si dirigidos no ano em que desceu. Soube-se, posteriormente, que recebia instruções do Conselho de Arbitragem para tomar precauções quando arbitrava jogos do Al-Carnidão e que foi junto do “primeiro-ministro” que procurou explicações para a sua descida. Para as hostes de Carnide tudo isto já se encontra dentro da “normalidade”.

O ataque não se ficou por aqui e na sua conta de Twitter, a propaganda do Al-Carnidão, aproveitou para acusar Luís Gonçalves de "novas ameaças à equipa de arbitragem no túnel do Bessa no intervalo do último Boavista - FC Porto.". Daqui podemos retirar duas ilações: 1) ou o Al-Carnidão tem pessoas no túnel do Bessa e num jogo que lhe é alheio relatam factos que não foram vertidos no relatório, nem alvo de denúncia por parte dos adversários; 2) ou o Al-Carnidão mente deliberada e conscientemente, com o intuito de criar um pântano mediático onde as suas vigarices passem despercebidas.

Ambas as hipóteses são graves e como tal são mais uma amostra da podridão que continua a reinar no Al-Carnidão e das práticas a que este recorre desde a sua fundação. Ainda sobre estas mesmas práticas, mais recentemente, surgiu um novo ataque a Luís Gonçalves. Desta feita, o Al-Carnidão alega que, segundo testemunhas convenientemente não divulgadas, no fim do jogo com o Tondela no estádio do Dragão, o mesmo Luís Gonçalves terá dito ao árbitro da partida que este “não desceria pois seria um dos nossos”. Ora, numa altura em que os padres ainda não tinham logrado atirar com o FC Porto para fora da luta pelo título, todo este caso seria um autêntico petisco para o Al-Carnidão mas não, talvez sabendo o que aí vinha, enquanto eram achincalhados pouco tempo depois com o caso dos emails, esperaram uns incríveis 9 [NOVE!] meses para revelar esta grave situação do “Novo Apito Dourado”.

E assim chegamos ao tão falado programa “Chama Imensa” cujas melhores e mais fortes críticas, de tão idiótico e redundante que foi, vieram precisamente dos seus próprios seguidores que não mais conseguem ignorar aquilo que é já demasiado óbvio. São culpados, são corruptos, os sucessos desportivos não têm qualquer mérito e estão desesperados. Ultrapassado o intróito de Luís Costa Branco e a embaraçosa reportagem com screenshots que se seguiu, Luís Bernardo, alto ímã do Estado Lampiânico, explica que a real motivação da instituição passa por marcar pela diferença e não entrar em julgamentos públicos esquecendo-se contudo a premissa contida no próprio programa, “os novos nomes do apito dourado”. Evitar o julgamento público dizia ele… Adiante, o programa continua, morno, desinspirado, sem qualquer linha argumentativa e sem qualquer indício relevante para presentear o comum benfiqueiro, sedento por um mínimo argumento com que se defender contra o caso dos emails, que acaba por não perceber se estas manobras obscuras do FC Porto aconteciam enquanto o seu Al-Carnidão conquistava o seu [Treta]Campeonato, e talvez até seja melhor não perceber.

À semelhança daquela hilariante tirada da lista dos clubes mais corruptos, supostamente publicada pelo Daily Mail, ou da linha telefónica e email criados para o envio de denúncias que tenham a ver com ameaças ou pressão a árbitros, estamos perante manobras de diversão e entretenimento muito divertidas mas do pior que uma mente minimamente instruída consegue produzir.

No final do dia, o Al-Carnidão com este seu ruído e por acusações que não tem como provar, coleciona mais dois processos-crime por difamação, um da AF Porto e um outro da AF Braga cujo presidente se assume simpatizante da instituição que o acusou de estar envolvido neste “novo apito dourado”, é caso para dizer, cada cavadela cada minhoca. De resto, no meio de tanto ruído e manobras de diversão, a única chama que se viu foi mesmo a combustão interna do Estado Lampiânico poucos meses após os festejos da “conquista” inédita do seu [Treta]campeonato e o desespero instalado nas hostes daqueles que num passado muito recente reivindicavam a superioridade moral e ética do futebol português.

Dragão Inconveniente – 21/11/2017



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