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Bem vindo Dragão, 15 de Dezembro de 2018

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Não é também justo nem aceitável que uma equipa entre para um relvado e faça o que o Boavista fez

Adicionado em: 03 de Dezembro de 2018 // Fonte: Biba o Porto Carago

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O FC Porto, na ressaca de mais uma jornada europeia, teve uma visita extremamente complicada ao Estádio do Bessa. Jogasse assim o Boavista todos os jogos e das duas uma: ou não terminavam os jogos, ou então, com a complacência de árbitros medíocres, os axadrezados estariam no topo da tabela.

Por outro lado, o anti-jogo característico deste clube, que faz a sua escola, é por demais evidente e já enjoa. Não há paciência para tantas perdas de tempo, para faltas a roçar a violência e para tantas situações de despromoção da actividade futebolística.

Para os axadrezados valeu tudo. Desde que impedisse o FC Porto de jogar futebol estava tudo bem. Não é certamente o que se pede a quem pratica a modalidade e não é igualmente o que exige quem paga bilhete.

Não é também justo nem aceitável que uma equipa entre para um relvado e faça o que o Boavista fez. Tudo menos jogar futebol. E quando a arbitragem promove esta pouca vergonha e não actua em conformidade, torna-se revoltante perante uma moldura humana fantástica que pintou o Estádio do Bessa como deve ser. Com um árbitro a sério, este Boavista ao fim de meia hora de jogo já não estava com 11 em campo.

Ao jogo extremamente faltoso e anti-desportivo, o FC Porto conseguiu apenas por duas vezes ameaçar a baliza axadrezada. Primeiro por Otávio, com uma incursão pela direita, que culminou com um remate à malha lateral e depois por Brahimi que, assistido por Herrera, rematou contra o corpo do Guarda-redes Helton Leite.

A etapa complementar trouxe um FC Porto de mangas arregaçadas e disposto a carregar ao máximo para obter os três pontos. O Boavista recuou as linhas e jogou muito fechadinho cá atrás para segurar o pontinho e relançar o campeonato para os amiguinhos lá de baixo.

Sérgio Conceição sentiu necessidade de meter a carne toda no assador e apostou tudo no ataque. Foi com Soares, primeiro, e depois com Adrián López e Hernâni que o FC Porto se acercou da baliza axadrezada com mais perigo.

Herrera viu um golo anulado, após cobrança de um pontapé de canto e remate de Felipe para defesa incompleta de Helton Leite. E depois assistimos a uma palhaçada de uma simulação de grande penalidade em que comunicação social, ex-árbitros e servos da cartilha, em peso, deram cobertura para justificar o seu mau perder. Nós percebemos que se seguem três jogos complicados para os maiores deste país, mas tenham calma! Não houve penalti nenhum.

Soares desperdiçou uma oportunidade clamorosa de bater o Guarda-redes contrário mas acertou mal na bola e Felipe, de cabeça, com tudo para abrir o marcador, enviou o esférico por cima da trave. Até que no último minuto de compensação, Corona fez um lançamento em profundidade para Marega e o maliano cruzou para a área, com Soares a deixar para Adrián. O espanhol rematou para a baliza, a bola foi interceptada pelo corpo de um defesa contrário, mas Hernâni com a baliza aberta empurrou para as malhas.

Loucura no estádio, no relvado e nas bancadas! A justiça tardava mas acabava por chegar ao cair do pano com três preciosos pontos que mantém a concorrência à mesma distância.

Um grande obstáculo ultrapassado pelos Dragões perante uma equipa que ocupa um dos últimos lugares da tabela. Porque será? Esta equipazita parece um bando de passarinhos quando defrontam outras cores. Só têm o que merecem!

Notas finais para a grande moldura humana e o apoio maciço dos adeptos do FC Porto à equipa. No que respeita às quatro linhas reinou a pouca vergonha da equipa da casa e a paupérrima equipa de arbitragem que grassa pelos relvados deste país.



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